sábado, 18 de maio de 2013






Aos poucos, mantida a devida distância e o silêncio, quem sofre esquece de quem faz sofrer. Lembra uma vez por dia, depois uma vez por semana, até que uma hora esquece. Ou quase. Numa manhã de domingo, vê o fantasma na rua e quase não se incomoda. A visão causa um pequeno rebuliço interior, mas aquele ser humano deixou de ser nossa catástrofe privada. Virou detalhe, como diria o Roberto Carlos. De alguma forma, passou. 

["Trago o amor de volta" - 15/05/2013]
Ivan Martins
"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás para frente. Nós deveríamos morrer primeiro, e nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado para fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante para poder aproveitar a sua aposentadoria. aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para o colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta para o útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?"

(Charles Chaplin)


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Há tempo não passava por aqui....

É engraçado como nossos pensamentos vão mudando com o tempo. Lendo algumas de minhas postagens anteriores, percebo o quanto algumas opiniões e sentimentos já não são mais os mesmos. Isso é um sinal claro de que a vida tem de seguir, nos impondo as mudanças.

Mudam-se as pessoas, de lugar, de hora, de grau de importância. Mudam-se os conhecimentos e as habilidades, na maioria das vezes para melhor. Mudam-se as estações... o mundo... as oportunidades. 

Mudam-se os desejos... as ambições... fazendo com que deixemos a inércia de lado!


As mudanças ocorrendo... fazendo todos ao redor se remexer para se adequar à nova realidade. Mas até que ponto considerá-la como melhor opção?

domingo, 29 de maio de 2011

Aos meus amigos

"Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudade de todas as nossas conversas jogadas foras, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos.

Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim, do companheirismo vivido. Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.



Hoje não tenho mais certeza disso. Em breve cada um vai para o seu lado, seja pelo destino, ou por algum desprendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe, nos e-mails trocados.

Podemos nos telefonas, conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até o contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo.

Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E, isso vai doer tanto!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos da minha vida!!

A saudade vai apertar dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente. Quando nosso grupo estiver incompleto, nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrimas nos abraçaremos.

Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado  para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado. E nos perderemos no tempo.

Por isso, fica aqui um pedido humilde de amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades.

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivesse morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!"

(Vinícius de Moraes)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Escolhas de uma Vida

"A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma de nossas decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e e opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Atá que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

As duas opções tem seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou ser vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros  nos finais de semana; ter filhos quando se está bem disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto-conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas tem que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar as decisões e trocar de caminho: ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto. Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações. 

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também tem 50% de chance de darem errado. A escolha é sua!!

(Pedro Bial)





quinta-feira, 14 de abril de 2011

Aprenda a gostar de você!!



"Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

Com o passar do tempo as nossas prioridades estão mudado... A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar. Mas uma coisa me parece estar sempre presente: a busca pela felicidade.

Desde pequenos ficamos nos perguntando:  - Quando será que vai chegar?

E a cada nova paquera, vez ou outra, nos pegamos na dúvida: - Será que é ele?

Como diz o meu pai: - Nessa idade tudo é definitivo. Pelo menos a gente achava que era.

Cada namorado novo era o novo homem da sua vida. Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel, e de repente... plaft! Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito do próximo.

Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses.

Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva. Procura um cara formado, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que te deixa sentada no bar o resto da noite. 

Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco de amigos pelo aniversário da sua avó, que sorria com felicidade quando te olha, mesmo quando está de shorts, camiseta e chinelo.

A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas, mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete e vice-versa.

Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta...

Mas, bom mesmo, é se divertir com as amigas (os), rir até doer a barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente. Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora.

Com o tempo você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele cara (garota) que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem (mulher) de sua vida. 

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.


O segredo felicidade não é correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.

E no final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!"

(Este texto foi extraído do site http://www.fabiorocha.com.br/mario.htm e não possui autoria)



Beijos!!!!



segunda-feira, 11 de abril de 2011

Vida com irmãos... não, com irmãs!

Amor entre irmãos

Como é lindo o amor entre irmãos
Se a distância os separa 
A saudade aperta o coração
Quando se encontram
Tudo é festa e animação.

Pena que nem sempre é assim!
Tem irmãos que se odeiam
E suas vidas
É um inferno sem fim.

Bom mesmo é viver a harmonia
Com os irmãos e toda a família
Dividindo as tristezas
E somando as alegrias.

Nas lutas do dia a dia
Nem tudo é só alegria
Ás vezes tem angústia  e agonia
Porém com amor de Deus no coração
Pra tudo encontra uma solução.

Se há discórdia entre irmãos
Deve haver espaço para o perdão
Já que Cristo é a comunhão
Que todos saibamos viver em união.

(Fafinha - Recanto das Letras - www.recantodasletras.uol.com.br)



Sabe que eu nunca imaginei minha vida sem minhas irmãs?! Por mais que houvessem brigas, ciúmes, desavenças, injustiças, eu não posso imaginar minha vida sendo tão "maneira" sem a existência das minhas irmãs.

Somos em três, com aproximadamente três anos de diferença de idade, o que é o máximo. Formamos um trio bem bacana, apesar de muitos desentendimentos. 

Não dá para me imaginar sem minhas irmãs para bater papo até altas horas da noite, fofocando sobre nossas vidas, rindo de nossas "gafes", chorando de nossos tropeços e comemorando nossas conquistas. Falar dos outros? Só algumas vezes! Porque desde que eu me entendo como gente, que nós três demorávamos para dormir porque ficávamos conversando na cama, com a luz já apagada... até ouvir um "xiu... vamos domir meninas!"

Desavenças, brigas, ataques histéricos? Claro que tivemos, e muitos! Ciúmes? Sempre! Mas nada que 10 minutos de silêncio não nos fizessem fazer as pazes... daí, voltava tudo ao normal.

Mas de bom tem: os roubos empréstimos de roupas, acessórios, sapatos; os conselhos furados; as caronas; os presentes em conjunto; o companheirismo; as mil maneiras de uma acobertar a outra; os passeios; as brincadeiras de crianças...

Ser o único filho deve ter suas vantagens: mimos, bens materiais, ter sempre ao alcance das mãos tudo o que precisar e ter sempre muitas coisas mesmo sem precisar. Mas o carinho das lutas, as torcidas, as preocupações e o amor de um irmão... isso não tem preço!



Uma vida sem irmãs ou irmãos eu não sei o que é! Mas uma vida com irmã eu sei sim. É muito bom ter com quem contar, em que confiar!

Irmãs queridas, eu amo vocês! Torço para que tudo em suas vidas saia como planejamos! Sim, como planejamos, porque sempre estaremos juntos, apesar de tudo!



sexta-feira, 8 de abril de 2011

Sobre a tragédia do Realengo - Rio de Janeiro

Há tempos, postei um texto aqui neste blog ("Minha Escola Minha Vida" não existe mais) a respeito da "destruição" do significado da escola, que para mim, desde sempre, representou meu segundo lar, pois foi lá que compreendi que faço parte de uma sociedade onde temos direitos e deveres. A escola significou para mim o complemento da disciplina recebida dentro da minha casa.

Na minha mente, nunca poderia imaginar que uma escola fosse alvo de uma criatura tão destrutiva, sem moral e respeito pelo próximo; alguém com tantos desvios psicológicos que pudesse "dar cabo" da vida de pessoas inocentes, e que não possuíam nenhum vinculo com ele.

Louco! Psicopata!

O que houve neste dia 07 de abril em uma escola do Rio de Janeiro prova que a escola não é, de forma alguma, um lugar seguro. Será que não se deveria ter uma "triagem" para com as pessoas que se adentram no interior da escola? Será que ninguém poderia abordar o cidadão, se é que assim podemos chamá-lo, para que se pudesse evitar tragédias como essa? 

Será que não é possível uma mudança?

Agora já foi! Não dá para discutir ou colocar a culpa na instituição... mas que deveria ter mais cuidado com as crianças e adolescentes pertencentes à escola, onde seus pais os confiaram... isso eu concordo.

Para esses alunos "sobreviventes" a escola agora passa a imagem da insegurança, da injustiça e da tristeza. Um lugar onde deveria ser de paz, prosperidade e pensamento no futuro, vai levar consigo as marcas de um passado doloroso, cheio de medo que poderá fazer com que essas crianças queiram se afastar da escola.

Triste!!

Que Deus abençoe as famílias dessas crianças envolvidas nessa tragédia! Amém!





domingo, 3 de abril de 2011

Você tem o perfil de Empreendedora?

Que tal fazer um teste para saber?

Clique o link abaixo, que o remeterá ao site: Sou mais Eu! e descubra o resultado:
http://mdemulher.abril.com.br/carreira-emprego/testes/comportamento/voce-tem-perfil-boa-empreendedora-623881.shtml

Boa sorte!!

Cine Alvorada

A maior sala de cinema do Brasil encerra amanhã suas atividades

O Cine Alvorada fechará suas portas amanhã, 31/03, depois de 52 anos de atividades em Leme. É o fim daquela que era considerada a maior sala de cinema em atividade no Brasil, com 1.222 lugares, segundo o jornal "O Estado de São Paulo". O movimento do fechamento foi a queda de público neste início de ano, o que acabo gerando um prejuízo de R$ 20 mil para o antigo proprietário, Kamal Taufic Nassif.

"Estou triste, muito triste, já chorei mais de 20 vezes. Com a queda no público, o cinema teve um prejuízo de nestes três primeiros meses de 20 mil reais. Isso me derrotou", disse emocionado o empresário lemense, de 83 anos de idade e que desde os 18 está ligado com o cinema de Leme.

Inaugurado no dia do aniversário da cidade, em 29 de agosto de 1959, e localizado na avenida principal da cidade, que leva a data de fundação do município, o Cine Alvorada preserva até hoje as mesmas características e detalhes arquitetônicos, incluindo as antigas poltronas, que sempre foram motivo de reclamação dos cinéfilos por conta do desconforto. Mesmo assim pouca coisa mudou. Apenas alguns ajustes quanto a qualidade do som atualizado ao longo do tempo para um dolby stereo e projetores.

Pelas duas máquinas de projeção "Simblex XL", de 1970, muitos filmes clássicos do cinema mundial arrebataram o público da região com filas extensas. O Alvorada, no início, era conhecido por exibir filmes mais finos, na época do cinema scope (wide screen), como "Ben Hur", "O Manto Sagrado", "Os Dez Mandamentos", "Volta ao mundo em oitenta dias" ou "E o Vento Levou". "Titanic", exibido em 1997 e estrelado por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, foi a sua maior bilheteria e o filme com maior tempo em cartaz, permanecendo por meses atraindo o público da região.


Esse texto foi originalmente publicado no site O Movimento, em 30/03 de autoria de Ricardo Missão, que pode ser visualizado através do link:



Há essas alturas, o Cine Alvorada vá fechou... estou vindo tarde expressar minha opinião a respeito. 


O advento da era digital, com filmes projetados com tecnologia em 3D, bem como o acesso aos filmes através da intenet foram fatores que contribuíram para a diminuição do público no cinema.


Muito se fala sobre as decisões tomadas pelo Kamal em vender o Cine Alvorada, e muito se fala sobre as manifestações do público. Cada um tem razões suficientes para defender suas idéias. Mas será que todos esses manifestantes eram freqüentadores assíduos das sessões de cinema? É muito fácil criticar o Kamal, mas não deve ser fácil manter um "negócio" na qual os prejuízos são maiores que os lucros.

Até agora não sabemos qual será o destino do imóvel, a cada dia uma nova informação sobre isso é comentada pela cidade. Mas isso não é o mais importante... É muito triste... para muitas pessoas o Cine Alvorada foi especial pelo papel que representou.

É isso!!

Abraços....

sábado, 2 de abril de 2011

Toda mulher é idiota!


"Toda mulher é idiota. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena se vivida, e dá-lhe usar o nosso poder de sedução para encontrar o big one, aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará jamais. Uma tarefa que dá para ocupar a vida, não é? Mas além disso, temos que ser independentes, bonitas, ter filhos e fingir, de vez em quando que somos santas, ajuizadas, responsáveis, e que nunca, mas nunca, pensaremos em jogar tudo para o alto e embarcar num navio pirata comandado pelo Johnny Deep, ou então virar loura e cafetina, ou sei lá, diga aí uma fantasia secreta, sua imaginação deve ser melhor que a minha.

Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos.

Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota.

Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só se for louca de pedra."

(Martha Medeiros)


Tia, eu? Sim!!

Aff... há tempos que não dou as caras por aqui. Hoje me deu uma vontade impressionante de escrever e de mudar as coisas por aqui. Meu blog anda muito "pra baixo" e parado... está na hora de umas mudancinhas...

Mas vamos lá!!



O tema deste post de hoje ia ser: a magia de ser tia! Mas ainda não dá para descrever todas as emoções que surgem com essa situação, é muito recente. Mas devo confessar que fiquei comovida em ver o rostinho lindo da mais nova integrante da família.

Sinto já adquiri um amor imenso para com ela... fico olhando-a, babando... babando... e babando.

É incrível como a chegada de uma nova pessoa ao mundo muda a vida de todas as pessoas ao redor! Sensação ótima!

Podem dizer a vontade: Tia!!! E coruja!!!! Hahaha....

Beijos....

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

E os nossos sonhos?




Conforme a definição do dicionário, emoção é o impulso neural que move o organismo para a ação... é a maquininha interna que nos move a enfrentar os desafios e a realizar nossos sonhos.

A vida da gente acontece em função do trabalho, da família, das pessoas ao nosso redor... e diante de tanta correria e tanta preocupação, nos esquecemos da gente.

E os nossos sonhos?

Onde está a emoção que deveria nos impulsionar a realizar grandes sonhos?

É isso que eu quero descobrir em 2011!! Quero de volta a motivação para realizar meus maiores sonhos!

Abraços!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Viver a vida com intensidade ou intensamente?



Viver a vida com intensidade não tem o mesmo significado que viver a vida intensamente. A primeira opção requer do indivíduo discernimento e lucidez no sentido de tirar dos ensinamentos da escola da vida, aprendizados para a sua formação pessoal e espiritual.



Viver a vida intensamente exige do indivíduo uma entrega na busca de experiências que visem proporcionar-lhe prazer imediato. É como se cada dia vivido fosse o último de sua existência e a vida é encarada como uma oportunidade de busca de situações que dêem sentido ao lema: "A vida deve ser aproveitada ao máximo".





domingo, 5 de dezembro de 2010

A influência da TV na vida das pessoas

Tire a televisão de dentro do Brasil e o país desaparece”, diz Eugênio Bucci, presidente da Radiobrás, co-autor do livro Videologias e ex-diretor de redação da revista Superinteressante. O assunto a ser tratado neste texto é justamente ela, a televisão. 

Um aparelho que está presente, direta ou indiretamente, na vida de todos e que exerce um papel determinante na formação e nas atitudes de toda a sociedade, exercendo fascínio em uns e repulsa em outros. A televisão, hoje, mostra o mundo ao vivo e a cores. Cenas do planeta desfilam sob nosso olhar e atiçam a sensibilidade e inteligência. Fatos dispersos se sucedem sem nexo e inexplicáveis para a imensa maioria da população. Imagens fragmentadas e incompreensíveis do mundo em que vivemos. Planeta de imensos contrastes econômicos e sociais. De um lado, o desenvolvimento do saber, da ciência, dos avanços tecnológicos e da riqueza. De outro, o contraste da pobreza, da ignorância e da miséria da grande maioria da humanidade.

Atualmente as pessoas utilizam os meios de comunicação como meio de companhia na sociedade individualista em que vivem. A televisão preenche o vazio social e é utilizada pela maioria das pessoas como uma fuga para as dificuldades do cotidiano. Os problemas do dia-a-dia são maquiados pela diversão televisiva. Calcada em um modelo comercial, estruturada sobre um sistema de grandes redes, a TV aberta brasileira precisa vender para sobreviver e, nessa direção, se especializa. Vende no horário comercial e vende durante a programação. Vende produto, mas para garantir o Ibope, entreter e fidelizar o público, vende também idéias, valores e conceitos. Sem William Bonner, Xuxa ou Sinhozinho Malta, nossas roupas, jeito de falar, famílias e a imagem que temos do lugar em que vivemos seriam diferentes. Diante disso, percebemos que a TV está presente na vida da maioria das pessoas e pode exercer grande influência em todas elas. 

O que nos cabe, portanto a investigação de como essa influencia se dá. De acordo com dados de 2003 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 11,6% da população brasileira com 15 anos ou mais é analfabeta, ou seja, tem a televisão como uma das únicas fontes de informação. Aquilo que é apresentado na telinha torna-se verdade absoluta para aqueles que não possuem outros referenciais informativos ou repertório que lhes permita fazer uma leitura crítica do meio. Neste caso, portanto, a TV é um meio de comunicação ditador de regras, modas e estilos. Seguindo essa linha de pensamento, para muitos, a televisão introduz novas idéias e apresenta oportunidades para desvendar fatos que seriam desconhecidos, caso não fossem transmitidos pela TV. Por exemplo, lugares que muitos não poderiam visitar guerras, personalidades internacionais, entre tantas outras coisas que não estão ao alcance de grande parte da população, tornando-se conhecidos por estarem sempre na televisão. Os comportamentos também são alterados pelo que é veiculado neste meio. Desde o uso de uma simples roupa até uma mudança na escolha política, a televisão é apontada por muitas pessoas como o indicador dos caminhos a serem seguidos. 

Muitos estudiosos e especialistas afirmam que a televisão é um meio que não possibilita a interatividade do telespectador**. As pessoas tornam-se passivas perante suas transmissões. Mas isso pode ser modificado a partir do momento em que a sociedade se tornar consciente dos seus direitos, interferindo ativamente na programação ou no que é veiculado. Muitos não têm conhecimento de que toda a população pode e deve intervir, já que a televisão é uma concessão pública. Verificamos, porém que a falta de um órgão regulamentador do meio dificulta o controle social dos conteúdos que veicula. A partir daí, constatamos a importância das Organizações Não-Governamentais, que exigem responsabilidade das emissoras. A maioria da população brasileira tem na TV sua principal fonte de informação, não por ser um meio manipulador de idéias, mas porque vivemos em um país em que as pessoas não possuem acesso a outras fontes, devido às suas condições financeiras e à falta de educação e politização. Qualquer um de nós está sujeito a ser influenciado pela televisão, assim como por qualquer outra mídia, dependendo do repertório de cada um e do meio em que vivemos. A televisão tem um papel importante na formação das pessoas e pode levá-las a refletir sobre a vida e sobre a sociedade em que vivemos. As crianças e os adolescentes brasileiros são provavelmente os que mais vêem televisão no mundo. Esse foi o resultado de uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos (CASTRO, 2004), entre novembro e dezembro de 2003, em dez países: Brasil,Estados Unidos, México, Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido e China a pesquisa indica que as crianças brasileiras são as mais televisuais de todas as crianças dos dez países pesquisados. Portanto, no Brasil, as crianças passam mais tempo diante da televisão e menos tempo na escola, menos tempo brincando com os amigos, menos tempo lendo entre outras atividades. Em suma, o que podemos deduzir de acordo com nossas pesquisas é que a televisão também serve tanto para entreter como para (des) informar e (des) educar.




quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Vazio da Saudade

A saudade é a flor que floresce na ausência. É nela que se dizem as orações suplicando dos deuses a graça da repetição da beleza. E é só para isso que existem os deuses: para garantir o retorno do belo.

O que meu coração deseja não é navegar para o futuro. O futuro é o desconhecido. E por mais que eu dê asas à minha imaginação, não consigo amar o que eu não conheço. Pode ser que ali se encontrem as coisas mais maravilhosas - mas como eu nunca as tive, não posso amá-las. Não sinto saudades dela. A saudade é um buraco na alma que se abriu quando um pedaço nos foi arrancado. No buraco da saudade mora a memória daquilo que amamos e perdemos: presença de uma ausência.

(Rubem Alves)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Uma longa conversa

"Ao pensar sobre a possibilidade do casamento, cada um deveria fazer a seguinte pergunta: 'Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?'. Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas com a arte de conversar" (Nietzche)



Sherazade sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente e terminam na morte. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa que deveria durar mil e uma noites.

(Rubem Alves)


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Tem bebê chegando!!






Parabéns Laísa e Márcio!!!!



quinta-feira, 29 de julho de 2010

Ciclo dos Dias - Sexta-feira

Ah! Enfim é sexta-feira... Depois de uma semana exaustiva, um dia com uma atmosfera melhor. O final de semana está ali, já no horizonte. São os últimos passos da longa caminhada que leva ao descanso e aos momentos nos quais se "aproveita a vida".

Mas espere um momento! Antes será necessário terminar o dia.



E, então, é a mesma rotina. Arrumar-se rápido, mal tomar o café e sair para o trabalho. Vai de ônibus, trem ou metrô? Sexta-feira está mais cheio. De carro? Tem mais trânsito, mais buzina e mais confusão. De onde sai tanta gente? Como um dia de calor, com todos os bichos fora da toca. Ao fim, chega-se ao trabalho. E isso ainda é o começo.

Mesmo assim, parece que todo mundo acordou de mau humor. Na sexta a regra é evitar os problemas maiores. Que esperem até segunda. Não devem ser marcadas reuniões importantes, assuntos melindrosos devem ser evitados, pautas complexas estão absolutamente proibidas e as grandes decisões não podem ser tomadas em uma sexta-feira. É dia de esperar passar. No máximo, cumprir o que já estava programado.

Então, se rotina de sexta-feira é igual à dos outros dias, talvez um pouquinho pior, por que está todo mundo mais feliz, leve e sereno? É a prova de que no embate psíquico entre razão e espírito, é o último quem governa o ser humano. Basta a expectativa de dois dias de descanso para os humores se elevarem. Não foi a rotina que mudou. A perspectiva se elevou. Claro, é uma tolice nossa isso de insistir em ver as coisas melhores por qualquer bobagem. Mas podemos ser tolos. Pelo menos um dia na semana.


Postado por Carlos Goetternauer em www.estadocronico.com.br


Ciclo dos Dias - Quinta-feira

Se os advérbios que definem a quarta-feira são o JÁ ou o AINDA,  para a quinta-feira só resta uma advérbio, o QUASE. A semana está quase no fim, o dia é quase bom e quase dá para esperar algo mais proveitoso. Seria ótimo, se quase servisse para alguma coisa, que não fosse aumentar a frustração.

Os mais atentos já devem ter percebido que alguns dias são familiares próximos de outros. Quinta-feira, por exemplo, é a irmã mais nova da terça. Mas não se engane. O ar de jovialidade da quinta não é suficiente para manter seu disfarce. A bem verdade, quinta começa como um dia bem cansativo. A semana já se acumulou em suas costas e ainda não está  em seu fim. Da mesma maneira que sua irmã mais velha, quinta traz em sua toda a sua carga de cotidiano. Outra vez, é dia do curso de inglês, das reuniões protocolares e da fila do banco.

Mas há algo na quinta que lhe torna em uma quase terça e não uma terça completa. Por baixo da mesmice dos dias úteis, o final de semana já começa a jogar sutis fios de esperança. Talvez seja do tipo que passa na locadora e aproveita a promoção leve 10 e pague 5. Pode ser também que se divirta em um happy-hour antecipado ou em uma saída na noite, que reza a lenda, é a melhor da semana.

Independente de suas opções, na noite de uma quinta-feira restará sempre um consolo, falta pouco para o fim de semana. Pode ser uma falsa esperança. Mas é melhor que esperança nenhuma.



Postado por Carlos Goetternauer em www.estadocronico.com.br


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